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Símbolos do Município



Brasão Atual

O Atual Brasão de Armas do Município foi resultado de um estudo realizado por uma comissão de americanenses nomeados pela portaria 2.849 de 27 de agosto de 1993. Foi adotado através da lei municipal 3.152 de 17 de abril de 1998, assinada pelo Prefeito Municipal Dr. Waldemar Tebaldi.

A lei traz em seu texto a seguinte descrição heráldice:

“Escudo ibérico com goles (vermelho) tendo em chefe a Cruz de Santo Antonio – TAU (representando o Santo Padroeiro). Ao centro uma Colmeia entre duas abelhas (representando o trabalho de todas as colônias); em ponta dois machados em aspa (representando a fazenda que deu origem ao primeiro núcleo urbano); no centro, a sinistro uma roca (representando a atividade têxtil) e a destro um arado representando a colaboração dos norte-americanos) tudo em ouro. O escudo é encimado por uma coroa mural em prata, tendo suas portas abertas em goles (vermelho). Como suporte a destro um galho de café frutificado ao natural e a sinistro uma haste de algodão florido, também ao natural (representando as culturas do início), entrecruzados em ponte sobre os quais se sobrepõem um listel de goles (vermelho) tendo em divisa “EX LABORE DULCEDO” em letras de ouro.” Segundo o Prof. De latim Leandro Abel Vendemiatti da FAM – Faculdade de Americana o significado da divisa “EX LABORE DULCEDO” é “Do trabalho vem a doçura”.

Fonte: Secretaria da Administração e Prof. Leandro Abel Vendemiatti



O Terceiro Brasão

O Brasão de Armas de Americana, foi adotado Lei nº 1.408, de 03/11/1975, assinada pelo Prefeito Municipal, Engº Ralph Biasi.

Idealizado pelo Dr. Lauro Ribeiro Escobar, do Conselho Estadual de Honrarias e Mérito, assim se descreve: Escudo redondo, de goles, com uma aspa, firmada de blau, debruada de prata e carregada de treze estrelas de cinco pontas do mesmo, acantonada em chefe de uma colméia entre duas abelhas e em ponta de uma roca; tudo de ouro.

O escudo é encimado de coroa mural de prata, com oito torres, suas portas abertas de goles e como tenentes, dois integrantes da Guarda Nacional do Império, em uniformes característicos de gala. Listel de goles, com  a divisa "Ex Labore Dulcedo", em letras de ouro.

O Brasão de Armas tem a seguinte interpretação:

I - O escudo redondo, ou ibérico, era usado em Portugal à epoca do descobrimento do Brasil e sua adoção evoca os primeiros colonizadores e desbravadores de nossa Pátria.

II - A aspa, ou Cruz de Santo André, de blau (azul), debruada de prata e carregada de treze estrelas deste metal, em campo de goles (vermelho), é símbolismo da Bandeira adotada pelos Estados Confederados, por ocasião da Guerra de Secessão Americana, aludindo aos colonizadores vindos do grande país irmão ao fim daquela guerra civil, que, radicando-se em nosso Município, contribuiram eficazmente para seu progresso, inspirando-lhe até mesmo o topônimo.

III - A cor goles (vermelho), representa audácia, valor, galhardia, nobreza, conspícua, valentia, intrepidez, magnanimidade e honra, aludindo aos atributos dos munícipes, que desde os primórdios do povoamento da região, demonstram ânimo intimorato na luta pelo seu agrandecimento, transformando-a no próspero Município de hoje.

IV - A cruz patenteia a profunda fé cristã dos munícipes e as estrelas constituem símbolo heráldico indicativo de luz nas trevas da noite, guia seguro, celebridade, aspiração à coisas superiores e à ações sublimes, patenteando a ação firme dos Administradores e o intento de levar o Município à sempre mais destacada posição.

V - A cor blau (azul) significa justiça, formosura, doçura, nobreza, firmeza incorruptível, virtude, dignidade, zelo e lealdade e o metal prata, de felicidade, pureza, temperança, verdade, franqueza, formosura, integridade e amizade, simbolismo alusivo a administradores e munícipes, que em clima de compreensão e harmonia, somam esforços pelo bem do Município.

VI - A colméia indica a indústria, o trabalho inteligente e eficaz, a sinceridade; a abelha, a atividade, o trabalho, a indústria, previdência, parcimônia e doçura, lembrando a operosidade do povo de Americana.

VII - A roca, é evocativa da indústria têxtil, que contribuiu poderosamente para o progresso do Município e o metal ouro representa prosperidade, esplendor, glória, poder, força, fé, generosidade, constância, soberania e mando.

VIII - A coroa mural, é o símbolo da emancipação política, e, de prata, com oito torres, das quais apenas cinco estão aparentes constitui a reservada às cidades. As portas abertas, proclamam o caráter hospitaleiro do povo de Americana e a cor goles (vermelho), na posição em que se encontra na coroa mural, e por ser no Brasil indicativo do Direito e da Justiça, está a lembrar que Americana é a cabeça de Comarca, como a dizer "Dentro destas portas, encontrareis a Justiça".

IX - Os integrantes da Guarda Nacional do Império ladeando o escudo, em uniformes característicos, evocam os próceres que recepcionaram Sua Majestade o Imperador Dom Pedro II e sua comitiva, quando da inauguração da estação ferroviária, em 1875, o ponto de partida para o progresso da região.

X - No listel, a divisa "Ex Labore Dulcedo" é a tradicional e consagrada de há muito no Município, exteriorizando o denominador comum dos munícipes, que objetivam o bem através do trabalho dioturno.



O Segundo Brasão

O Segundo Brasão de Armas do Município, foi adotado pela Lei nº 692, de 18 de setembro de 1965, assinada pelo Prefeito Municipal, Dr. João Baptista de Oliveira Romano.

A lei não declina o nome do autor do brasão, mas crê-se que, pelo seu estilo, tenha sido obra do professor Arcinoé Antônio Peixoto de Faria, famoso heraldista, quando este ainda era iniciante.

O Segundo Brasão de Armas do Município tem a seguinte descrição:

"Um escudo samnítico encimado pela coroa mural de oito torres, de prata. Pleno de blau, com uma colméia de ouro iluminada de sable, em abismo, ao redor da qual, um exame de abelhas de prata. Em flanco-cantão dextro, fendido, a representação icnográfica da bandeira paulista, em sua parte superior. Como apoios do escudo, à dextra um conical firmado em aste e à sinistra uma lançadeira, unidos por um fio que se entrelaça, tudo de ouro, sôbre o qual se sobrepõe um listel de blau, contendo em letras de ouro a divisa: "EX LABORE DULCEDO"."

Indiscutivelmente o segundo brasão de armas de Americana representou, de maneira marcante, a fase industrial do município, com a inclusão de apoios alusivos à indústria têxtil (conical e lançadeira) e a manutenção do símbolo relativo ao trabalho, isto é, a abelha.



O Primeiro Brasão

Não foi editado ato oficial do primeiro Brasão de Americana, porém acredita-se que tenha sido adotado logo após a emancipação político-administrativa (12/11/1925) e foi utilizado até 17/09/1965. Dos arquivos municipais constam as seguintes informações:

Foi elaborado pelo Padre Victor Randuá, pároco da antiga matriz de Santo Antonio no período de 1923 a 1927, que tinha conhecimentos de heráldica (arte ou ciência dos brasões)

O primeiro Brasão Oficial tinha como componentes:

- o escudo samnítico (francês moderno) era o componente principal;

- colméia e enxame de abelhas, como símbolo de trabalho;

- o listel "Ex Labore Dulcedo" (pode ser entendido como "Do trabalho vem a tranquilidade"), o qual foi mantido em todos os brasões posteriores;

- uma coroa crenelada de oito merlões sobre a armária cívica paulista;

- as listras são da bandeira paulista;

- os suportes ornamentais externos indicam as riquezas da terra (ramos de cafeeiro e de algodão).

 



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