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DAE destaca eficiência na operação da ETE Praia Azul
Publicada em 30 de Julho de 2025 às 14h36
O Departamento de Água e Esgoto (DAE) de Americana destaca a eficiência das ações implementadas no município para o tratamento de efluentes na operação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Praia Azul. Atualmente, a unidade atinge índices de eficiência superiores a 80%, indicadores que demonstram estabilidade e qualidade de desempenho.
Segundo a autarquia, a ETE opera de forma regular e em total conformidade com a legislação ambiental vigente, atendendo a todos os parâmetros estabelecidos. Desde o início de suas atividades, em 2002, a estação mantém sua operação dentro da normalidade e é continuamente monitorada pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB).
"A estação apresenta elevada eficiência na remoção de carga orgânica, superando os requisitos mínimos legais, atendendo integralmente aos limites estabelecidos pela legislação para os parâmetros de Demanda Bioquímica de Oxigênio", explicou o superintendente do DAE, Marcos Morelli.
A avaliação considera os critérios do Artigo 18 do Decreto Estadual nº 8.468/1976, que estabelece limite máximo de 60 mg/L de DBO ou sua redução em 80%; e do Artigo 21 da Resolução CONAMA nº 430/2011, que determina limite de 120 mg/L de DBO ou redução mínima de 60% em relação à carga afluente.
O monitoramento da ETE é realizado por dois laboratórios contratados por meio de licitação, conforme previsto em edital vigente. "As análises laboratoriais são conduzidas periodicamente não apenas para apresentação de resultados, mas também com o objetivo de identificar dados operacionais e, com isso, otimizar continuamente o desempenho dos sistemas de tratamento", explicou o engenheiro João Marco Alves de Oliveira, chefe da Seção de Meio Ambiente da autarquia.
Texto: Daniela Alves (MTb 23.611)
Segundo a autarquia, a ETE opera de forma regular e em total conformidade com a legislação ambiental vigente, atendendo a todos os parâmetros estabelecidos. Desde o início de suas atividades, em 2002, a estação mantém sua operação dentro da normalidade e é continuamente monitorada pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB).
"A estação apresenta elevada eficiência na remoção de carga orgânica, superando os requisitos mínimos legais, atendendo integralmente aos limites estabelecidos pela legislação para os parâmetros de Demanda Bioquímica de Oxigênio", explicou o superintendente do DAE, Marcos Morelli.
A avaliação considera os critérios do Artigo 18 do Decreto Estadual nº 8.468/1976, que estabelece limite máximo de 60 mg/L de DBO ou sua redução em 80%; e do Artigo 21 da Resolução CONAMA nº 430/2011, que determina limite de 120 mg/L de DBO ou redução mínima de 60% em relação à carga afluente.
O monitoramento da ETE é realizado por dois laboratórios contratados por meio de licitação, conforme previsto em edital vigente. "As análises laboratoriais são conduzidas periodicamente não apenas para apresentação de resultados, mas também com o objetivo de identificar dados operacionais e, com isso, otimizar continuamente o desempenho dos sistemas de tratamento", explicou o engenheiro João Marco Alves de Oliveira, chefe da Seção de Meio Ambiente da autarquia.
Texto: Daniela Alves (MTb 23.611)