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Vigilância Sanitária interdita estabelecimento clandestino de fabricação de cosméticos e suplementos
Publicada em 26 de Junho de 2026 às 16h28
Vigilância Sanitária interdita estabelecimento clandestino de fabricação de cosméticos e suplementos
Em ação conjunta de fiscalização realizada em apoio à Polícia Civil, atendendo à solicitação do órgão policial, a Vigilância Sanitária de Americana interditou nesta sexta-feira (26) um estabelecimento clandestino, localizado no Jardim da Balsa, destinado à fabricação, fracionamento e comercialização de produtos relacionados à saúde, entre eles cosméticos, suplementos alimentares e outros produtos com alegações terapêuticas.
Durante a inspeção, foi constatado que a atividade era exercida sem o devido licenciamento sanitário e em desacordo com as normas vigentes. Os produtos eram fabricados em um imóvel residencial, sem identificação externa, em condições inadequadas de higiene e sem garantia dos padrões mínimos de qualidade e segurança exigidos pela legislação sanitária.
A equipe verificou a produção e o envase de produtos em pó e comprimidos, além da existência de uma marcenaria no mesmo ambiente de fabricação, o que ocasionava acúmulo de serragem e outras partículas sobre equipamentos, embalagens e produtos, configurando elevado risco de contaminação.
Diante das irregularidades constatadas, a Vigilância Sanitária lavrou os autos administrativos cabíveis, determinou a interdição do estabelecimento e promoveu o descarte imediato dos produtos impróprios para consumo, nos termos da legislação sanitária vigente. Os responsáveis pelo estabelecimento foram conduzidos pela Polícia Civil à Delegacia para as providências cabíveis.
"O trabalho da Vigilância Sanitária é essencial para proteger a saúde da população. Nossa atuação busca impedir que produtos fabricados sem controle, sem condições adequadas de higiene e sem qualquer garantia de qualidade cheguem aos consumidores. A fiscalização permanente e a integração com outros órgãos de segurança são fundamentais para identificar irregularidades, retirar esses produtos de circulação e reduzir riscos à saúde pública", explica o diretor da Unidade de Vigilância em Saúde (Uvisa), Antônio Donizetti Borges.
A Vigilância Sanitária reforça que ações integradas de fiscalização têm como objetivo proteger a saúde da população, coibindo a fabricação e a comercialização de produtos sem controle sanitário e que possam representar riscos aos consumidores.
Durante a inspeção, foi constatado que a atividade era exercida sem o devido licenciamento sanitário e em desacordo com as normas vigentes. Os produtos eram fabricados em um imóvel residencial, sem identificação externa, em condições inadequadas de higiene e sem garantia dos padrões mínimos de qualidade e segurança exigidos pela legislação sanitária.
A equipe verificou a produção e o envase de produtos em pó e comprimidos, além da existência de uma marcenaria no mesmo ambiente de fabricação, o que ocasionava acúmulo de serragem e outras partículas sobre equipamentos, embalagens e produtos, configurando elevado risco de contaminação.
Diante das irregularidades constatadas, a Vigilância Sanitária lavrou os autos administrativos cabíveis, determinou a interdição do estabelecimento e promoveu o descarte imediato dos produtos impróprios para consumo, nos termos da legislação sanitária vigente. Os responsáveis pelo estabelecimento foram conduzidos pela Polícia Civil à Delegacia para as providências cabíveis.
"O trabalho da Vigilância Sanitária é essencial para proteger a saúde da população. Nossa atuação busca impedir que produtos fabricados sem controle, sem condições adequadas de higiene e sem qualquer garantia de qualidade cheguem aos consumidores. A fiscalização permanente e a integração com outros órgãos de segurança são fundamentais para identificar irregularidades, retirar esses produtos de circulação e reduzir riscos à saúde pública", explica o diretor da Unidade de Vigilância em Saúde (Uvisa), Antônio Donizetti Borges.
A Vigilância Sanitária reforça que ações integradas de fiscalização têm como objetivo proteger a saúde da população, coibindo a fabricação e a comercialização de produtos sem controle sanitário e que possam representar riscos aos consumidores.