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Curso de formação em escuta especializada fortalece atuação da rede municipal de proteção à criança
Publicada em 07 de Julho de 2026 às 18h30
A Secretaria Municipal de Saúde de Americana, por meio do Núcleo de Educação Permanente e Humanização (NEPH), realizou nesta segunda-feira (6) o primeiro encontro do Curso de Formação em Escuta Especializada sobre Violência contra Crianças e Adolescentes. A atividade, promovida no auditório da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, integra as ações de qualificação profissional desenvolvidas pelo município para fortalecer a atuação dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS).
A realização do curso é resultado da articulação intersetorial entre a Secretaria de Saúde, por meio do NEPH, e a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, por meio da Unidade de Direitos Humanos (UDH), representada pelo facilitador Valdir Dusson, psicólogo da pasta. A iniciativa reafirma o compromisso da gestão municipal com a formação permanente dos profissionais e com o fortalecimento da rede de proteção às crianças e aos adolescentes, aprimorando o acolhimento, a escuta qualificada e a proteção integral desse público.
Durante a abertura do encontro, a facilitadora articuladora do NEPH, enfermeira Liliane Cristina Martins Souza, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância da educação permanente para a qualificação dos profissionais e o fortalecimento do trabalho em rede. Em sua fala, enfatizou que o cuidado deve ser compartilhado entre os profissionais e também destacou que o curso foi planejado para promover a troca de experiências, a reflexão sobre as práticas de trabalho e a qualificação do atendimento, contribuindo para uma assistência cada vez mais humanizada e acolhedora.
A coordenadora do NEPH, Ana Rúbia Soares de Andrade, ressaltou a importância do investimento contínuo na formação dos profissionais. "Fortalecer os trabalhadores por meio da educação permanente é fortalecer toda a rede de atenção. Quando diferentes políticas públicas dialogam e atuam de forma integrada, quem ganha é a população, especialmente nossas crianças e adolescentes, que passam a contar com uma rede mais preparada, acolhedora e comprometida com a garantia de seus direitos", disse.
Na sequência, o facilitador Valdir Dusson apresentou a estrutura do curso, detalhando seus objetivos, metodologia, cronograma, conteúdos, atividades, critérios para certificação e estratégias pedagógicas que serão desenvolvidas ao longo dos seis módulos da formação. O momento também foi dedicado à apresentação dos participantes, fortalecendo a integração entre os profissionais.
A programação contou ainda com a participação da psicóloga Odilamar Lopes Mioto, coordenadora do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) no município, que conduziu uma importante reflexão sobre o trabalho infantil como violação de direitos humanos.
Durante sua apresentação, a profissional destacou a importância da identificação precoce dos casos, da atuação articulada entre os serviços e do compromisso compartilhado entre as políticas públicas para prevenir e enfrentar essa realidade. Ela ressaltou ainda que crianças e adolescentes submetidos ao trabalho precoce estão mais vulneráveis a acidentes, doenças ocupacionais, evasão escolar e prejuízos ao desenvolvimento físico, emocional e social.
A palestrante apresentou dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), evidenciando a gravidade da situação no Brasil, e reforçou a importância do Disque 100 como canal oficial para denúncias de violações de direitos, destacando que o enfrentamento ao trabalho infantil depende da participação de toda a sociedade e da atuação integrada dos serviços públicos.
Na segunda parte do encontro, Valdir apresentou os conteúdos que serão desenvolvidos ao longo da formação, entre eles violência física, psicológica, sexual, negligência, alienação parental, cyberbullying e violência institucional. O tema central do primeiro módulo foi "Violência Institucional", compreendida como toda ação ou omissão praticada por instituições ou profissionais que resulte em constrangimento, discriminação, negligência, revitimização ou qualquer outra forma de violação de direitos durante o atendimento às vítimas.
Por meio de uma metodologia participativa, os profissionais compartilharam experiências vivenciadas em seus locais de trabalho, promovendo reflexões sobre os desafios enfrentados na assistência e a necessidade de aprimorar continuamente as práticas de acolhimento. Durante as discussões, os participantes destacaram a importância da construção de protocolos integrados entre os serviços, da escuta qualificada, do acolhimento humanizado e da prevenção da revitimização. Também relataram que, diante da complexidade dos casos, sentimentos como frustração e impotência fazem parte da rotina, reforçando a necessidade de espaços permanentes de formação, apoio técnico e troca de experiências.
"Investir na formação permanente dos nossos profissionais é investir na qualidade do cuidado oferecido à população. A escuta especializada é uma ferramenta essencial para identificar situações de violência, acolher crianças e adolescentes de forma humanizada e garantir que cada caso receba o encaminhamento adequado. Essa iniciativa fortalece a integração entre as secretarias e consolida uma rede de proteção mais preparada, sensível e comprometida com a garantia dos direitos das nossas crianças e adolescentes", destacou o secretário de Saúde de Americana, Danilo Carvalho Oliveira.
Ao final do encontro, os participantes avaliaram positivamente a formação, destacando que o curso amplia o conhecimento técnico, fortalece o trabalho em rede e desperta um olhar mais sensível para a identificação das situações de violência. Também ressaltaram a importância de atuar como multiplicadores do conhecimento em suas unidades, contribuindo para uma rede cada vez mais integrada, acolhedora e comprometida com a proteção integral de crianças e adolescentes.
A realização do curso é resultado da articulação intersetorial entre a Secretaria de Saúde, por meio do NEPH, e a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, por meio da Unidade de Direitos Humanos (UDH), representada pelo facilitador Valdir Dusson, psicólogo da pasta. A iniciativa reafirma o compromisso da gestão municipal com a formação permanente dos profissionais e com o fortalecimento da rede de proteção às crianças e aos adolescentes, aprimorando o acolhimento, a escuta qualificada e a proteção integral desse público.
Durante a abertura do encontro, a facilitadora articuladora do NEPH, enfermeira Liliane Cristina Martins Souza, deu as boas-vindas aos participantes e destacou a importância da educação permanente para a qualificação dos profissionais e o fortalecimento do trabalho em rede. Em sua fala, enfatizou que o cuidado deve ser compartilhado entre os profissionais e também destacou que o curso foi planejado para promover a troca de experiências, a reflexão sobre as práticas de trabalho e a qualificação do atendimento, contribuindo para uma assistência cada vez mais humanizada e acolhedora.
A coordenadora do NEPH, Ana Rúbia Soares de Andrade, ressaltou a importância do investimento contínuo na formação dos profissionais. "Fortalecer os trabalhadores por meio da educação permanente é fortalecer toda a rede de atenção. Quando diferentes políticas públicas dialogam e atuam de forma integrada, quem ganha é a população, especialmente nossas crianças e adolescentes, que passam a contar com uma rede mais preparada, acolhedora e comprometida com a garantia de seus direitos", disse.
Na sequência, o facilitador Valdir Dusson apresentou a estrutura do curso, detalhando seus objetivos, metodologia, cronograma, conteúdos, atividades, critérios para certificação e estratégias pedagógicas que serão desenvolvidas ao longo dos seis módulos da formação. O momento também foi dedicado à apresentação dos participantes, fortalecendo a integração entre os profissionais.
A programação contou ainda com a participação da psicóloga Odilamar Lopes Mioto, coordenadora do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) no município, que conduziu uma importante reflexão sobre o trabalho infantil como violação de direitos humanos.
Durante sua apresentação, a profissional destacou a importância da identificação precoce dos casos, da atuação articulada entre os serviços e do compromisso compartilhado entre as políticas públicas para prevenir e enfrentar essa realidade. Ela ressaltou ainda que crianças e adolescentes submetidos ao trabalho precoce estão mais vulneráveis a acidentes, doenças ocupacionais, evasão escolar e prejuízos ao desenvolvimento físico, emocional e social.
A palestrante apresentou dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), evidenciando a gravidade da situação no Brasil, e reforçou a importância do Disque 100 como canal oficial para denúncias de violações de direitos, destacando que o enfrentamento ao trabalho infantil depende da participação de toda a sociedade e da atuação integrada dos serviços públicos.
Na segunda parte do encontro, Valdir apresentou os conteúdos que serão desenvolvidos ao longo da formação, entre eles violência física, psicológica, sexual, negligência, alienação parental, cyberbullying e violência institucional. O tema central do primeiro módulo foi "Violência Institucional", compreendida como toda ação ou omissão praticada por instituições ou profissionais que resulte em constrangimento, discriminação, negligência, revitimização ou qualquer outra forma de violação de direitos durante o atendimento às vítimas.
Por meio de uma metodologia participativa, os profissionais compartilharam experiências vivenciadas em seus locais de trabalho, promovendo reflexões sobre os desafios enfrentados na assistência e a necessidade de aprimorar continuamente as práticas de acolhimento. Durante as discussões, os participantes destacaram a importância da construção de protocolos integrados entre os serviços, da escuta qualificada, do acolhimento humanizado e da prevenção da revitimização. Também relataram que, diante da complexidade dos casos, sentimentos como frustração e impotência fazem parte da rotina, reforçando a necessidade de espaços permanentes de formação, apoio técnico e troca de experiências.
"Investir na formação permanente dos nossos profissionais é investir na qualidade do cuidado oferecido à população. A escuta especializada é uma ferramenta essencial para identificar situações de violência, acolher crianças e adolescentes de forma humanizada e garantir que cada caso receba o encaminhamento adequado. Essa iniciativa fortalece a integração entre as secretarias e consolida uma rede de proteção mais preparada, sensível e comprometida com a garantia dos direitos das nossas crianças e adolescentes", destacou o secretário de Saúde de Americana, Danilo Carvalho Oliveira.
Ao final do encontro, os participantes avaliaram positivamente a formação, destacando que o curso amplia o conhecimento técnico, fortalece o trabalho em rede e desperta um olhar mais sensível para a identificação das situações de violência. Também ressaltaram a importância de atuar como multiplicadores do conhecimento em suas unidades, contribuindo para uma rede cada vez mais integrada, acolhedora e comprometida com a proteção integral de crianças e adolescentes.