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Formação em escuta especializada aborda violência sexual contra crianças e adolescentes
Publicada em 16 de Julho de 2026 às 15h38
A Secretaria Municipal de Saúde de Americana, por meio do Núcleo de Educação Permanente e Humanização (NEPH), realizou o segundo encontro do Curso de Formação em Escuta Especializada sobre Violência contra Crianças e Adolescentes, nesta quarta-feira (15). A atividade, promovida no auditório da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, teve como tema central a violência sexual, dando continuidade ao processo de qualificação dos trabalhadores da rede municipal de Saúde.
O encontro foi conduzido pelo psicólogo e facilitador Valdir Dusson, da Unidade de Direitos Humanos (UDH) da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), que promoveu reflexões sobre a complexidade da violência sexual e os desafios enfrentados pelos profissionais na proteção de crianças e adolescentes. Foram abordados os diferentes contextos da violência, incluindo o abuso e a exploração sexual, a violência no ambiente virtual, a síndrome do segredo e os impactos emocionais, sociais e comportamentais causados às vítimas.
Durante a formação, os participantes compartilharam experiências e conhecimentos, fortalecendo a construção coletiva do aprendizado. Um dos momentos de maior reflexão foi a apresentação de um vídeo com o relato de uma situação de violência sexual, que provocou discussões sobre as marcas deixadas na vida das vítimas e a importância de uma atuação profissional cuidadosa, humanizada e livre de revitimização.
Como parte da metodologia, os participantes foram divididos em cinco grupos para uma atividade de reflexão e discussão sobre o tema. A proposta favoreceu a troca de experiências e a construção coletiva de estratégias de prevenção e enfrentamento da violência sexual. Também foram discutidas estratégias importantes para a atuação dos serviços de saúde, como a construção de portas de entrada acessíveis e acolhedoras, a escuta qualificada, a identificação precoce dos sinais de violência, o atendimento integrado, a notificação e o encaminhamento responsável, além do trabalho em rede e do acompanhamento continuado dos casos.
"O encontro reforçou que enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes exige mais do que conhecimento técnico: exige escuta, sensibilidade e compromisso. É preciso ampliar o olhar, fortalecer o trabalho em rede e transformar o conhecimento em ações concretas de cuidado e proteção", destacou a facilitadora articuladora do NEPH, Liliane Cristina Martins Souza.
O curso é resultado da articulação intersetorial entre a Secretaria de Saúde, por meio do NEPH, e a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, por meio da Unidade de Direitos Humanos. A iniciativa integra as ações de qualificação profissional desenvolvidas pelo município para fortalecer a atuação dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), reafirmando o compromisso da gestão municipal com a formação permanente dos profissionais e com o fortalecimento da rede de proteção às crianças e aos adolescentes de Americana.
O terceiro encontro está marcado para a próxima quinta-feira (23).
O encontro foi conduzido pelo psicólogo e facilitador Valdir Dusson, da Unidade de Direitos Humanos (UDH) da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH), que promoveu reflexões sobre a complexidade da violência sexual e os desafios enfrentados pelos profissionais na proteção de crianças e adolescentes. Foram abordados os diferentes contextos da violência, incluindo o abuso e a exploração sexual, a violência no ambiente virtual, a síndrome do segredo e os impactos emocionais, sociais e comportamentais causados às vítimas.
Durante a formação, os participantes compartilharam experiências e conhecimentos, fortalecendo a construção coletiva do aprendizado. Um dos momentos de maior reflexão foi a apresentação de um vídeo com o relato de uma situação de violência sexual, que provocou discussões sobre as marcas deixadas na vida das vítimas e a importância de uma atuação profissional cuidadosa, humanizada e livre de revitimização.
Como parte da metodologia, os participantes foram divididos em cinco grupos para uma atividade de reflexão e discussão sobre o tema. A proposta favoreceu a troca de experiências e a construção coletiva de estratégias de prevenção e enfrentamento da violência sexual. Também foram discutidas estratégias importantes para a atuação dos serviços de saúde, como a construção de portas de entrada acessíveis e acolhedoras, a escuta qualificada, a identificação precoce dos sinais de violência, o atendimento integrado, a notificação e o encaminhamento responsável, além do trabalho em rede e do acompanhamento continuado dos casos.
"O encontro reforçou que enfrentar a violência sexual contra crianças e adolescentes exige mais do que conhecimento técnico: exige escuta, sensibilidade e compromisso. É preciso ampliar o olhar, fortalecer o trabalho em rede e transformar o conhecimento em ações concretas de cuidado e proteção", destacou a facilitadora articuladora do NEPH, Liliane Cristina Martins Souza.
O curso é resultado da articulação intersetorial entre a Secretaria de Saúde, por meio do NEPH, e a Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, por meio da Unidade de Direitos Humanos. A iniciativa integra as ações de qualificação profissional desenvolvidas pelo município para fortalecer a atuação dos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), reafirmando o compromisso da gestão municipal com a formação permanente dos profissionais e com o fortalecimento da rede de proteção às crianças e aos adolescentes de Americana.
O terceiro encontro está marcado para a próxima quinta-feira (23).