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Novos encontros da formação em escuta especializada reforçam atendimento a crianças e adolescentes
Publicada em 28 de Julho de 2026 às 14h42
A Secretaria Municipal de Saúde de Americana, por meio do Núcleo de Educação Permanente e Humanização (NEPH), promoveu mais dois encontros do Curso de Formação em Escuta Especializada na Violência contra Crianças e Adolescentes, voltado aos profissionais da rede municipal de Saúde. As atividades aconteceram na última quinta-feira (23) e nesta segunda (27), no auditório da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos, e foram conduzidas pelo psicólogo e facilitador Valdir Dusson, da Unidade de Direitos Humanos (UDH).
No dia 23, o encontro teve como tema "Revelação Espontânea", com o objetivo de fortalecer a escuta qualificada, o acolhimento humanizado e a atuação integrada na proteção de crianças e adolescentes. O módulo destacou a importância da notificação compulsória, da atuação em rede e da aplicação dos protocolos de atendimento às vítimas de violência.
Durante o encontro, os participantes discutiram o conceito de revelação espontânea, reforçando a importância de uma escuta ética, acolhedora e livre de julgamentos, evitando a revitimização. A programação incluiu ainda um estudo de caso, permitindo a aplicação prática dos conhecimentos e dos encaminhamentos previstos na legislação.
Cláudia Ferraz Dames, servidora do NAC (Núcleo de Apoio à Coordenação) da Secretaria de Saúde e participante do curso, destacou a importância da formação para o aperfeiçoamento da prática profissional. "O curso tem sido uma excelente oportunidade de aprendizagem e troca de experiências entre os profissionais. Cada encontro amplia nosso olhar sobre a violência contra crianças e adolescentes e fortalece nossa atuação na rede de proteção", afirmou.
"A formação nos faz refletir sobre nossa prática e reforça a importância da escuta qualificada, da notificação e do trabalho em rede. Compartilhar experiências entre diferentes serviços amplia nosso conhecimento e torna nossa atuação mais segura, integrada e humanizada", completou a servidora Maria Hosanir Galvão, assistente social da Unidade de Atendimento Domiciliar (UAD).
Já nesta segunda, o quarto encontro do curso abordou o fluxo de atendimento à criança e ao adolescente vítima ou testemunha de violência e o preenchimento da Ficha de Notificação de Violência - Y09 (SINAN), instrumento essencial para o registro dos casos e o fortalecimento das políticas públicas.
Na ocasião, o facilitador Valdir Dusson destacou a importância da atuação integrada da rede de proteção e do correto fluxo de atendimento para garantir acolhimento, proteção e encaminhamento adequado às vítimas. Durante o encontro, os participantes refletiram sobre os desafios da atuação profissional diante de situações de violência e receberam orientações sobre o preenchimento da Ficha Y09, reforçando a importância da qualidade das informações para o planejamento das ações de prevenção e enfrentamento da violência.
A programação também contou com uma atividade prática em duplas, utilizando um estudo de caso fictício para exercitar o preenchimento da ficha e a aplicação dos fluxos de atendimento na rotina dos serviços. A iniciativa contribuiu para ampliar o conhecimento técnico dos participantes e fortalecer a articulação entre os serviços da rede de proteção.
"A educação permanente transforma o conhecimento em uma ferramenta de cuidado. Quando fortalecemos nossos profissionais, fortalecemos também a capacidade da rede de atuar de forma integrada, humanizada e comprometida com a proteção das crianças e dos adolescentes", ressaltou a coordenadora do NEPH, Ana Rúbia Soares de Andrade.
O próximo encontro está marcado para o dia 5 de agosto e será dedicado à apresentação dos serviços que compõem a rede municipal de proteção à criança e ao adolescente.
No dia 23, o encontro teve como tema "Revelação Espontânea", com o objetivo de fortalecer a escuta qualificada, o acolhimento humanizado e a atuação integrada na proteção de crianças e adolescentes. O módulo destacou a importância da notificação compulsória, da atuação em rede e da aplicação dos protocolos de atendimento às vítimas de violência.
Durante o encontro, os participantes discutiram o conceito de revelação espontânea, reforçando a importância de uma escuta ética, acolhedora e livre de julgamentos, evitando a revitimização. A programação incluiu ainda um estudo de caso, permitindo a aplicação prática dos conhecimentos e dos encaminhamentos previstos na legislação.
Cláudia Ferraz Dames, servidora do NAC (Núcleo de Apoio à Coordenação) da Secretaria de Saúde e participante do curso, destacou a importância da formação para o aperfeiçoamento da prática profissional. "O curso tem sido uma excelente oportunidade de aprendizagem e troca de experiências entre os profissionais. Cada encontro amplia nosso olhar sobre a violência contra crianças e adolescentes e fortalece nossa atuação na rede de proteção", afirmou.
"A formação nos faz refletir sobre nossa prática e reforça a importância da escuta qualificada, da notificação e do trabalho em rede. Compartilhar experiências entre diferentes serviços amplia nosso conhecimento e torna nossa atuação mais segura, integrada e humanizada", completou a servidora Maria Hosanir Galvão, assistente social da Unidade de Atendimento Domiciliar (UAD).
Já nesta segunda, o quarto encontro do curso abordou o fluxo de atendimento à criança e ao adolescente vítima ou testemunha de violência e o preenchimento da Ficha de Notificação de Violência - Y09 (SINAN), instrumento essencial para o registro dos casos e o fortalecimento das políticas públicas.
Na ocasião, o facilitador Valdir Dusson destacou a importância da atuação integrada da rede de proteção e do correto fluxo de atendimento para garantir acolhimento, proteção e encaminhamento adequado às vítimas. Durante o encontro, os participantes refletiram sobre os desafios da atuação profissional diante de situações de violência e receberam orientações sobre o preenchimento da Ficha Y09, reforçando a importância da qualidade das informações para o planejamento das ações de prevenção e enfrentamento da violência.
A programação também contou com uma atividade prática em duplas, utilizando um estudo de caso fictício para exercitar o preenchimento da ficha e a aplicação dos fluxos de atendimento na rotina dos serviços. A iniciativa contribuiu para ampliar o conhecimento técnico dos participantes e fortalecer a articulação entre os serviços da rede de proteção.
"A educação permanente transforma o conhecimento em uma ferramenta de cuidado. Quando fortalecemos nossos profissionais, fortalecemos também a capacidade da rede de atuar de forma integrada, humanizada e comprometida com a proteção das crianças e dos adolescentes", ressaltou a coordenadora do NEPH, Ana Rúbia Soares de Andrade.
O próximo encontro está marcado para o dia 5 de agosto e será dedicado à apresentação dos serviços que compõem a rede municipal de proteção à criança e ao adolescente.